Alunos de Administração da FACIT implantam segunda fase do Projeto Papa Pilhas no campus II

Alunos de Administração da FACIT implantam segunda fase do Projeto Papa Pilhas no campus II

O projeto Papa Pilhas, criada pelos alunos do curso de Administração da Faculdade de Ciências do Tocantins – FACIT, começa a se expandir. No último dia 28, foi implantada a segunda fase do projeto no campus II da faculdade pelos alunos do segundo e terceiro períodos. O propósito é fornecer um local apropriado para o descarte de pilhas e baterias de celulares.

“O projeto Papa Pilha visa à sustentabilidade. Hoje, as pessoas dispensam esses materiais no meio ambiente e não têm orientação correta”, destaca Rogério Reis, professor e coordenador do Projeto Papa Pilhas.

Fases

De acordo com o professor, o Papa Pilhas é composto por quatro fases. Na primeira, ocorrida no primeiro semestre deste ano, alunos do segundo período do curso implantaram, na unidade I da FACIT, coletores para o depósito dos materiais. Foi também ministrada uma palestra orientando os colaboradores, alunos e professores que trouxessem o material de casa e depositassem nos recipientes.

A terceira fase promoverá união de todos os cursos da FACIT – Odontologia, Administração e Análise e Desenvolvimento de Sistemas – para que os alunos levem o projeto para dentro das empresas de Araguaína.

A quarta fase é o contato com a empresa que recolhe este tipo material. Para isso é necessário que um total de 1,5 toneladas de pilhas e baterias seja recolhido. A empresa enviará um veículo de São Paulo para recolher os materiais, uma vez que, no Tocantins, não há um local apropriado para o depósito seguro desse lixo perigoso.

Danos

O descarte incorreto de pilhas e baterias pode resultar em diversas complicações, desde a contaminação do solo e da água, até doenças que podem afetar as pessoas que entrarem em contato com local onde ocorreu o descarte do material tóxico. As pilhas e baterias podem ser amassadas, ou estourarem, deixando vazar o líquido de seus interiores. Essa substancia tóxica se acumula na natureza e, por não ser biodegradável, pode contaminar o solo e a água do subsolo.

Para a estudante do segundo período de administração, Symara Rodrigues, o projeto é de suma importância para a comunidade. “Nós queremos incentivar a comunidade de Araguaína a ter o hábito de, ao invés de jogar pilhas e baterias no lixo doméstico, jogar em um dos recipientes criado por nós”, explica à acadêmica.

(Singular Comunicação/Foto: João Neto)

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