Valderez realiza grande encontro com mulheres nesta terça, 13, em Araguaína

Valderez realiza grande encontro com mulheres nesta terça, 13, em Araguaína

A candidata a prefeita de Araguaína, Valderez Castelo Branco (PP), realiza nesta terça-feira, 13, a partir das 19h no Tatersal em Araguaína, uma grande reunião das mulheres que apoiam a sua candidatura. O evento tem como objetivo levar as propostas da ex-prefeita para as áreas da saúde, educação, assistência social, infraestrutura, habitação, segurança, cultura, esporte, mas especialmente as propostas voltadas para as políticas públicas para as Mulheres.

De acordo com Valderez é preciso um trabalho voltado para o público feminino, devido aos altos índices de violência e feminicídios. Neste contexto, torna-se indispensável estabelecer projetos para esta área.  “No nosso Plano de Governo, estabelecemos uma diretriz específica para as mulheres. Uma das nossas principais propostas é a de implantar o Centro de Referência da Mulher, que já está todo organizado, falta apenas a contrapartida do município”, declarou.

No Tocantins, o Tribunal de Justiça (TJ-TO) registrou 3757 processos envolvendo crimes contra as mulheres. Os dados revelam ainda que de 2013 até junho de 2016, foram abertos 20.690 processos envolvendo crimes contra a mulher em todo o Tocantins. No Brasil, entre 2001 a 2011, estima-se que ocorreram mais de 50 mil feminicídios, ou seja, uma média de 5.664 mortes de mulheres por causas violentas a cada ano, 472 a cada mês, 15,52 a cada dia, ou uma morte a cada 1h30.

Estes dados foram divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em uma pesquisa inédita, que reforçou as recomendações realizadas em julho pela CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que avaliou a situação da violência contra mulheres no Brasil.

“Estes dados mostram que devemos dar uma atenção especial para as nossas mulheres, principalmente as de Araguaína. Devemos trabalhar políticas públicas voltadas para o combate da violência contra a mulher, assim como ao combate à exploração sexual de crianças e adolescentes”, completou Valderez.

(Eduardo Azevedo)



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