Política de Segurança da Informação é instituída no Hospital Universitário da UFT

Política de Segurança da Informação é instituída no Hospital Universitário da UFT




A nova Política de Segurança da Informação (PSI) do Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Tocantins (HDT/UFT) está balizada nos princípios da confidencialidade (acesso à informação somente por pessoas autorizadas), integridade (garantia de que a informação seja mantida em seu estado original) e disponibilidade (acesso à informação sempre que necessário), e institui normas com intuito de implementar nova cultura aos funcionários do hospital para melhorar o controle interno.

A portaria que estabelece a PSI está disponível no boletim de serviço extraordinário da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) nº 219, pág. 10, de 09/11/2016. A política versa sobre a proteção das informações, propriedade intelectual, gestão de segurança, de ativos e de acessos, segurança em recursos humanos, computação móvel, sistemas de informação, atribuições do Setor de Gestão da Informação e Informática (SGII), entre tantos temas abordados. Além disso, também define as responsabilidades dos colaboradores, gestores e prestadores de serviço.

O técnico em informática Warnner George Rodrigues Jorge trabalha no SGII e foi um dos responsáveis pela elaboração da nova política. “Precisamos chegar a um nível aceitável de segurança da informação no hospital, pois as ameaças aos sistemas de informação podem acarretar prejuízos imensuráveis. Não há nada 100% seguro, mas boas práticas dos recursos tecnológicos podem evitar transtornos como: invasões, vírus, hackers, roubos de informações confidenciais de pacientes, entre outros”, explicou.

Rodrigues Jorge ressalta que os resultados esperados na prática consistem na garantia de que somente pessoas autorizadas tenham acesso às informações armazenadas ou transmitidas pela infraestrutura tecnológica. “Agora é necessário que todos os usuários do hospital coloquem em prática as diretrizes corporativas para que possamos garantir um ambiente tecnológico controlado e seguro. Por mais aparato tecnológico que o HDT/UFT tenha, se os usuários não se conscientizarem dos riscos a que estão submetidos, todo o trabalho técnico estará comprometido”, lembrou.

(Daianni Parreira)

 

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